Uma mudança de interesses, compromissos ou maneira de viver pode suscitar a pergunta: o que liga a pessoa de agora à sua história? Formular essa pergunta não exige pressupor um núcleo imutável nem concluir que toda mudança rompe a identidade.
Imagine alguém que modifica uma decisão importante e ainda reconhece o caminho que a levou até ali. Esse exemplo editorial apenas torna a pergunta visível; não demonstra um mecanismo da continuidade.