A proposta da FICND não estabelece superioridade da linguagem existencial sobre a clínica. Preservar a singularidade da pessoa não exige rejeitar diagnósticos, avaliações ou tratamentos.
O portal não sustenta que utilizar termos médicos faça alguém perder o sentido da própria vida. Também não demonstrou que a leitura de seus conceitos devolva protagonismo ou produza melhora de saúde.
