A revisão de McEvoy mostra que a literatura de alinhamento não converge num único construto. O quadro inclui indicadores de correspondência, condições contextuais e mecanismos distintos, com evidência concentrada em escalas momentâneas e do mesmo dia.
Os trabalhos de DeCuir-Gunby, Schutz e Modaressi e de Garcia ampliam o problema: pertencimento, emoção e reconhecimento são organizados por contextos raciais, institucionais e digitais. São contribuições teóricas; não demonstram a arquitetura FICND.
